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Acontecerá no dia 28 de Novembro de 2017, a mostra de Dança do Projeto Dança IFSP, coordenado pelo docente Bruno Gonzaga Teodoro. A mostra terá o título "dançando pelo Brasil" e apresentará diversos ritmos brasileiros através das mo [ ... ]


Notícias

Nota de repúdio do CONIF

 

O Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) repudia, com veemência, as informações publicadas pelo jornal O Estado de S.Paulo nesta terça-feira, 21/11, e por outros veículos de comunicação com base no relatório do Banco Mundial intitulado “Um ajuste justo: uma análise da eficiência e da equidade do gasto público no Brasil". Os dados divulgados são irreais, contrastam com os indicadores positivos registrados nos últimos anos e, o mais grave, negam o investimento em uma área social prioritária, ao desconsiderar a atuação exitosa, socialmente reconhecida, dessas instituições, bem como ignoram a capilaridade dos institutos federais.

São 644 unidades em todo o Brasil, alcançando, inclusive, locais de difícil acesso; cerca de um milhão de estudantes (938.736) e mais de 70 mil servidores que viabilizam a oferta da educação profissional, técnica e tecnológica, formação de professores e bacharelados. Do total de matrículas, 27.570 (2,93%) são em cursos de pós-graduação; 237.008 (25,24%) em cursos superiores; 554.888 (59,11%) em cursos técnicos; 103.896 (11,06%) em cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC); 15.374 (1,63%) na educação básica.

O desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) reafirma a qualidade presente na Rede Federal. Análise de pesquisadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aponta que, na edição de 2014, o rendimento dos alunos superou o dos demais sistemas educacionais brasileiros (estaduais, municipais e privados).

A qualidade do ensino é, também, reconhecida internacionalmente. No último exame do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), realizado em 2015 pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Rede Federal teve médias superiores às de países considerados referência em educação, como Alemanha, Coreia do Sul e Estados Unidos. É o que mostram os dados divulgados pela OCDE, com avaliações de estudantes de 70 países e territórios.

Ao excluir a oferta da educação profissional técnica de nível médio, o relatório distorce a realidade, pois utiliza como dado geral um recorte que não corresponde ao universo das matrículas. Ao assim se posicionar na divulgação de notícias, o Estadão e outros canais de comunicação corroboram a ideia da existência de um custo irreal do aluno do ensino superior, na medida em que não o integra no contexto geral de matrículas, o qual abarca desde a Formação Inicial e Continuada até a Pós-Graduação.

Em relação ao custo por aluno, informações divulgadas pelo O Estado de S.Paulo e outros veículos apresentam números incorretos, inclusive divergentes da fonte que embasou a publicação. Enquanto o relatório do Banco Mundial aponta o custo individual de R$ 27.850 no período de 2013 a 2015, matéria veiculada pelo O Estadão, por exemplo, eleva esse valor para R$ 74 mil ao ano, divergindo dos números reconhecidos pelo Conif. Dados oficiais do Ministério da Educação (MEC) registram que, no ano de 2016, o Gasto Corrente por Aluno GCA-Absoluto dos Institutos Federais foi de R$ 12.917,35 e, o GCA-Equivalente, R$ 16.946,89.

Diante do exposto e considerando que mais de 80% dos estudantes são de origem socioeconômica menos favorecida, o Conif reitera a defesa da educação pública federal gratuita e de excelência, reconhecendo a atuação da Rede Federal no combate às desigualdades sociais.

João Pessoa (PB), 23 de novembro de 2017.

Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) – 41ª Reunião dos Dirigentes das Instituições Federais de Educação Profissional e Tecnológica (Reditec)


http://portal.conif.org.br/br/component/content/article/84-ultimas-noticias/1763-nota-de-repudio?Itemid=609

 

Edital da eleição do colegiado de curso da Engenharia Mecânica

Para conferir o edital da eleição do colegiado de curso da Engenharia Mecânica clique AQUI

 

Estudantes do programa de mestrado escrevem carta em apoio à paralisação nacional

Segue abaixo, carta em apoio à paralisação nacional, escrita pelos alunos do Programa de Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT, do Câmpus Sertãozinho - SP.

 

"Sertãozinho, 10 de novembro de 2017. 

Carta em apoio à Paralisação Nacional

Por meio deste documento, nós, alunos do Programa de Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT, do Câmpus Sertãozinho - SP, manifestamos nosso apoio à paralisação do dia de hoje. Reiteramos também sua legitimidade diante dos motivos que serão expostos a seguir.

Ressaltamos que as propostas a que essa mobilização se contrapõe (as Reformas da Previdência e Trabalhista; o aumento do tempo de contribuição da previdência para os servidores públicos federais; o fim do Plano de Cargos e Carreiras dos Servidores Federais da Educação; o fim da estabilidade; e o fim do reajuste salarial acordado em dissídio) afetam diretamente a qualidade e os objetivos do nosso programa, uma vez que incidem sobre o trabalho dos técnicos e docentes que o estruturam, refletindo em nossa formação e futura atuação profissional. 

O Programa de Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT fundamenta suas atividades com vistas a contribuir para a formação de pessoas, a fim de que possam ter uma vida digna por meio do desenvolvimento físico, intelectual, profissional, etc. Portanto, torna-se emblemática a atual luta por meio da paralisação, já que as medidas que estão sendo tomadas, como o congelamento e redução dos investimentos em áreas sociais e serviços públicos impactam diretamente a vida dos jovens e trabalhadores da sociedade brasileira, pois a educação precisa de uma articulação de políticas públicas (transporte, assistência, saúde, moradia, trabalho, dentre outras) para poder potencializar seu objetivo: um ensino de qualidade efetivo.  

Some-se que as atuais medidas políticas (como por exemplo a PEC 241/55 e a MP 746/2016, a quase legalização do trabalho escravo, passando pela entrega do pré-sal e os recentes atos a favor da falsa moralidade de projetos como o "Escola Sem Partido", dentre tantos outros exemplos que não caberia aqui esmiuçar) constituem um retrocesso na educação, indo totalmente na contramão de nosso anseio por avanços efetivos no ensino público de qualidade. 

Defendemos como alternativa à política de arrocho fiscal em detrimento dos serviços públicos que impactam diretamente no bem-estar da população, um caminho de uma maior justiça tributária que envolva: 

  • Tributação de grandes fortunas; 
  • Aumento da taxação de heranças; 
  • Tributação de dividendos; 
  • Sistema tributário progressivo, que cobre mais de quem tem condições de pagar mais; 
  • Corte dos benefícios abusivos a parlamentares, carreiras do judiciário e militares, sobretudo e imediatamente os que superam os tetos remuneratórios estipulados constitucionalmente. 

Compreendemos que também devem ser empenhadas auditorias das dívidas públicas que cada vez mais comprometem os orçamentos públicos da nação, sem que signifiquem ampliação ou melhoria dos serviços prestados pelo Estado ao povo. Assim, apresentamos uma opção condizente com nosso apoio à valorização dos serviços públicos, com atendimento social amplo e de qualidade, que tragam uma positiva perspectiva de vida aos reais mantenedores do país. Especificamente, ressaltamos o caráter equitativo dos sistemas públicos de ensino que cumprem seu papel de formação integral de crianças, jovens e adultos, sob os valores de um Estado Democrático, atualmente ameaçado. 

Diante do exposto, manifestamos nosso apoio à luta pela educação."

 
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